Santa Maria da Feira, Mozelos 1877 - Espinho 1912
Médico e escritor
AMANHÃ: prologo dramático (1902, teatro, Considerada a melhor obra cénica da escola naturalista)
A DOENÇA DA SANTIDADE (1907, Tese de doutoramento)
COMIGO. VERSOS DUM SOLITÁRIO (1912)
NAQUELE ENGANO D'ALMA CARTAS (1943)
DIÁRIO ÍNTIMO (1952) Tenho ed. Vega 1987
DOR SURDA (NOVELA, 1957)
PROSAS PERDIDAS (1958)
OBRAS (Asa, 1993, edição de José Carlos Seabra Pereira)
A Tragédia de Manuel Laranjeira (Manuel Poppe, 2022), Teorema "Gabinete de Curiosidades"