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21.5.26
5.6.23
Jean GRÉMILLON 7/17
GARDIENS DE PHARE (1929)
LA PETITE LISE (1930)
Paris 2023 Filmothèque**
DAÏNAH LA MÉTISSE (1931)
POUR UN SOU D'AMOUR (1932)
LA DOLOROSA (1934)
VALSE ROYALE (1935)
LES PATTES DE MOUCHES (1936)
SENTINELLE, ALERTE ! (1937)
GUEULE D'AMOUR (1937)
Paris 2013***
L'ÉTRANGE MONSIEUR VICTOR (1938)
Paris 2014 Filmothèque****
REMORQUES (1941)
Paris 2014 Le Desperado***
LUMIÈRE D'ÉTÉ (1942)
Paris 2012 Cinémathèque***
LE CIEL EST À VOUS (1943)
Paris 2018 Filmothèque***
PATTES BLANCHES (1949)
Paris 2012 Le Desperado***
L'ÉTRANGE MADAME X (1951)
L'AMOUR D'UNE FEMME (1953)
10.12.18
Le Ciel est à vous (Jean Grémillon, 1943)
Le Ciel est à vous é o sexto filme que vejo de Jean Grémillon, um realizador que desconhecia ainda há poucos anos. É um bom realizador mas até agora nenhum dos seus filmes me impressionou verdadeiramente. Le Ciel est à vous inspira-se numa mulher que existiu e bateu um record de aviação (de distância percorrida). Mas, honra lhe seja feita, Grémillon não fez nada parecido com um biopic. O que comove no filme (e os filmes do realizador não costumam comover, são até um pouco frios), é o retrato do casal apaixonado que se dedica aos aviões, depois de terem sido expulsos do terreno onde viviam para aí ser instalado um aeroporto. Até os filhos passam para trás, em primeiro lugar está o casal e a paixão comum pelos aviões. Grandes e inesquecíveis intefpretações de Madeleine Renaud e Charles Vanel. Argumento de Albert Valentin e Charles Spaak. Música de Roland Manuel. Produzido por Raoul Ploquin. Paris Filmothèque QL. 3,5/5
8.5.14
L'Étrange Monsieur Victor (Jean Grémillon, 1938)
Onde mais uma vez se confirma que Grémillon sabe mostrar a vida e o espírito de uma cidade, Toulon neste caso. Um enredo policial ajuda a coser toda a história do filme (argumento de Charles Spaak) que tem a sua força nos intérpretes, em especial Raimu, uma espécie de António Silva francês. Nas cenas dramáticas a sua interpretação claudica mas logo é superada nas cenas cómicas, onde o seu carisma é notável. Até agora, o filme de Grémillon de que mais gostei. Argumento de Albert Valentin, Charles Spaak e Marcel Achard. Paris 2014 FQL 3,5/5
3.5.14
Lumière d'été (Jean Grémillon, 1942)
Nos três filmes que vi de Jean Grémillon, o espaço social e natural é em si um achado. Em Lumière d'été, a ação passa-se numa pousada de montanha. Numa espécie de huis-clos em espaço aberto, uma mulher é cobiçada por três homens. Com um deles acaba por partir. Argumento de Pierre Laroche e Jacques Prévert. Paris 2014 Cinémathèque 3/5
Pattes Blanches (Jean Grémillon, 1948)
Dois homens poderosos de uma aldeia bretã disputam a mesma mulher, vinda de fora. Pouco há a recomendar neste filme, a não ser o estranho ambiente criado em torno das personagens principais num meio social tão opressivo e pequeno. Nada a ver, e isso é um ponto positivo, com os retratos mais ou menos idealizados das pequenas comunidades agrícolas que vemos em alguns filmes clássicos franceses. Produção de Majestic Films. Argumento de Jean Anouilh. Paris 2012 Le Desperado 3/5
Remorques (Jean Grémillon, 1941)
É o terceiro filme que vejo de Jean Grémillon, um realizador francês dos anos 1930 e 1940 que tem sido reabilitado por alguma crítica francesa. Ainda não foi desta que me convenceu. Remorques é um drama passado no meio marítimo de Brest, com Jean Gabin no papel de capitão de um barco de socorro, que se apaixona por uma mulher (Michèle Morgan) vinda de fora da comunidade. As cenas íntimas são clássicas e fazem parte do mito do par Gabin e Morgan, mas pouco mais há a salientar como notável neste filme. Outro trunfo: os diálogos de Jacques Prévert. Paris Le Desperado 3/5
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