Teatro: Iphigénie (Racine, 1674)

Iphigénie será sacrificada pelo pai para aplacar a ira dos deuses. Segue-se a reação dos mais íntimos da heroína, a mãe e o futuro esposo. Infelizmente, o tom da peça, nesta produção, resvala para o histérico. Esta é uma das peças menos interessantes que vi de Racine. A encenação de Rémi de Monvel e a direção de atores estão aquém do que costumo ver no Théâtre du Nord-Ouest. Paris 2,5/5

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