Tous en scène (Garth Jennings, 2016)

É estranho começar o ano com duas grandes comédias musicais, um género que tem andado desaparecido. Primeiro vi La La Land, agora foi a vez de Tous en scène (Sing), de que gostei ainda mais. Sing reatualiza a mais antiga e tradicional história das comédias musicais: é um filme sobre a montagem de um espetáculo musical que, depois de inúmeros obstáculos, é finalmente produzido com sucesso. Já vimos isto muitas vezes, e voltamos a ver e a maravilhar-mo-nos com essa mesma história quando o talento e a originalidade estão presentes. Sing é uma homenagem ao cinema musical mas talvez ainda mais à música pop. Pop universal, desde Sinatra a Queen, desde Jobim a Kate Perry, passando pela pop japonesa à pop cigana. Pode parecer indigesto, mas não é, faz lembrar uma juke-box com dezenas de canções, e a forma como são apresentadas no filme é simplesmente brillante. Sing é uma produção da Illumination, que nos tem dado filmes entediantes (os Minions) mas agora acertou em cheio. Vem aí o novo filme da DreamWorks e o trailer, que vi antes de Sing, promete, mas vai ser difícil superar o novo sucesso da Illumination. Excelente. Paris 4,5/5

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