Persona (Ingmar Bergman, 1966)

Um dos filmes de Bergman mais depurados, sóbrios, ascéticos, clínicos. Uma aproximação à alma. Uma atriz, a meio de uma representação, perde ou desiste da fala. Internada, tem uma assistente terapeuta que se expõe para além do que se esperava na sua funçāo. Expõe-se através da fala que a companheira recusa. Um filme único. Paris 4/5

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