O Último dos Homens (Murnau, 1924)

Mais um Murnau, mais uma obra-prima. Nunca tinha visto o Último dos Homens e agora sei que é um dos maiores filmes do tempo do cinema mudo. Conta uma história de todos os tempos. Um homem velho, porteiro de um hotel de luxo, é rebaixado à funçāo de servidor na casa de banho. De uma funçāo da máxima visibilidade para uma funçāo terminal, da máxima invisibilidade. O homem encara a desclassificação como uma sentença de morte, de morte social. Ou de como assassinar um homem dentro da lei.  The horror! The horror!, parece vivenciar Emil Jannnings na foto (aliás, numa composição portentosa, uma obra-prima em si). Genial. Paris 5/5

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