Dalida (Lisa Azuelos, 2016)

Antes de vir para França, ouvi falar de Dalida quando o filme O Sexto Dia, do egípcio Youssef Chahine, estreou em Portugal, no fim dos anos 80. A presença de Dalida no filme, que nasceu no Cairo numa família italiana, era muito forte, impossível não admirá-la. Mas só em França é que viria a ouvir a sua música. Em França, Dalida é uma presença constante na televisão, sobretudo nos programas da área da nostalgia. Dalida é uma grande artista e estrela das varietés ou música ligeira europeia. O seu biopic tem dado que falar, pois é um bom filme e tem tudo para fazer um grande sucesso. Este filme é o último de uma série de biopics de artistas franceses que tenho visto nos útimos anos: Edith Piaf, Serge Gainsbourg, Claude François. Todos bons, aliás. Paris 3/5

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