Leitura: Offenbach ou la joie de vivre (Claude Dufresne, 1998)

Offenbach é um dos compositores mais parisienses de sempre, mas ele nasceu na Alemanha e passou a infância em Colónia. Ainda adolescente, ele viaja com um irmão e com o pai para Paris para tentar carreira na música. Era um excelente violoncelista e pouco a pouco integrou-se no meio musical da cidade. Muitos anos depois praticamente criou um novo género musical, a opereta, ou pelo menos compôs os melhores exemplos desse género: Orphée aux Enfers (1858), La Grande-Duchesse de Gerolstein (1867), La Vie Parisienne (1866), La Belle Hélène (1864). Pouco antes de morrer, completou a sua obra-prima, a ópera Contes d'Hoffman (1881), que se estreou na Opéra-Comique com grande êxito. Jacques Offenbach criou obras-primas plenas de humor e de sátira social e política. Foi um notável observador da sua sociedade e, ainda que algumas das suas operetas se passem no passado, as personagens e a ação referem-se ao mundo contemporâneo do compositor. Claude Dufresne escreveu uma biografia de fácil e agradável leitura, que fornece um panorama completo e inteligente da vida e da obra de Offenbach. Paris 3/5

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